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“O acesso gratuito aos estúdios, auditórios e ateliers tem sido crucial na preparação e criação de grande parte dos espectáculos, performances e eventos nos quais tenho vindo a participar, assim como na preparação de aulas de dança e workshops; sem esquecer os apoios financeiros, logísticos e humanos que ambas as Casas Municipais disponibilizam – extremamente importantes e viabilizadores de um prolífica actividade artística juvenil!
Não posso deixar de referir a importância da oferta programática das Casas Municipais que é uma grande mais valia, dando visibilidade e acesso a projectos que de outra forma dificilmente existiriam!”
 
Ana F. Gouveia
(Trabalhadora Independente essencialmente na área das Artes Performativas mas com um pezinho nas artes plásticas, vídeo e produção executiva.)
 
 
“O espaço da Casa Municipal da Juventude - Ponto de Encontro surgiu como uma resposta às necessidades do meu trabalho, o que me permitiu desenvolve-lo com a regularidade profissional que o mesmo exige. No teatro de marionetas existem dois momentos - chave na criação, cada qual com as suas especificidades: por um lado, a construção plástica, por outro a encenação. No Ponto de Encontro, tive acesso à oficina e às salas de ensaios, que me permitiu concretizar ambas as vertentes. Hoje em dia, e dado não ter espaço de ensaio próprio, continuo a ser uma utilizadora regular do Ponto de Encontro.”
 
Ângela Ribeiro
(Actriz - marionetista; Formadora em Educação Artística)
 
 
“Desde 2003 a Casa da Juventude de Cacilhas, tem tido uma enorme importância na existência da mdmo. Com este espaço, tem-nos sido possível não só apresentar espetáculos, sempre com um mínimo de qualidade garantido, como também de experimentar e ensaiar.
Gostaria de realçar a disponibilidade e amabilidade de toda a equipa, no seu excelente acolhimento. Apesar de alguns equipamentos necessitarem de renovação, a equipa mostra-se sempre muito disponível a auxiliar e encontrar soluções para os problemas.”
 
A Menina dos Meus Olhos – Associação Cultural
 
 
 
“A Casa da Juventude na qual desenvolvi o meu trabalho a nível musical, foi com o projectoNoctivagus: para contar a minha experiencia na casa da juventude mais precisamente o Ponto de Encontro, resolvi dividir em três actos:
Primeiro acto: 1989, o descobrir: frequentava a Secundaria da Anselmo de Andrade, quando conheci as activades da casa da juventude, comecei a frequentar o espaço e a absorver essa partilha de cultura, fervilhava de juventude a querer fazer “coisas” a explorar ideias nas mais diversas áreas, como: a música, o teatro, a dança, a pintura, as artes plásticas... etc, etc... pensei que estava no sitio certo, tinha oportunidade de partilhar as minhas ideias, conhecer outras ideias, pessoas e também formas de estar. O Concelho de Almada, estava a começar a sentir os efeitos do seu desenvolvimento, as escolas estavam lotadas de Alunos.
Segundo acto: O sentir: uns anos mais tarde, Tivemos: a oportunidade de começarmos a ensaiar com o projectoNoctivagus, numa das salas de ensaio deste espaço. Pessoalmente estava motivado com a ideia, enquadrando a nossa ida, para o ponto de encontro: tenho que salientar que o próprio espaço: encontrava-se também em fase de desenvolvimento, ainda não tinha a estrutura profissional que mais tarde o caracterizou ou caracteriza, (equipamentos, possibilidades de formação, etc.), lembro-me de ter ajudado, na pavimentação do chão, com outros músicos de forma a podermos ter a tal sala de ensaio: Tive momentos muito bons! Tanto a nível criativo como de apoio, o fazer “coisas”! Como por exemplo: o nosso primeiro E.P: Imenso, adquiriu a sua forma física (em formato áudio), com a ajuda da Câmara de Municipal de Almada.
Terceiro acto: o fim de um ciclo: como é natural; chegou a hora da despedida, destas instalações, com encanto, como diz a canção do fado de Coimbra.”
 
Lino Átila
(Músico: Noctivagus)
 
“Praticamente inauguramos a Casa Juventude - Ponto de Encontro em Dezembro de 1989, com a banda que tinha na altura, Flores que Ardem. As condições que colocavam à disposição de uma pequena banda como nós eram simplesmente surpreendentes!
Esse apoio ao impulso inicial foi determinante na minha escolha do Ponto de Encontro como parceiro natural nos projectos musicais e culturais que tenho vindo a desenvolver, inicialmente como músico, e desde 2001 como produtor e editor da Thisco.
Obrigado por existirem. Obrigado por serem que são!”
 
Luís Van Seixas
Produtor Editor Thisco
 
“Sempre estive ligado à Casa Municipal da Juventude, e considero o Ponto de Encontro como uma das maiores Maternidades de Projectos do País!
Foi onde aprendi a produzir e concretizar os meus projectos no inicio da minha carreira!
Sem estas iniciativas da CMA, certamente não seria o musico que sou hoje...”
 
Marte Ciro
(Músico freelancer: M.a.M. (Musica a Metro), projecto Ciro, Viagens do Tambor)
 
“À saída do cacilheiro, virar na primeira rua à direita e depois, é sempre a subir. Chegado acima (quantas vezes jurei deixar de fumar), bate-se à porta e somos sempre recebidos por um largo sorriso, o que não deixa de ser encorajador antes de começar a trabalhar. Então, bora lá pessoal, vamos ensaiar! Subimos alguns degraus e estamos na sala Estúdio, de tamanho razoável se formos poucos, mas de acústica péssima para teatro (bastava colocar cortinados nas janelas). Mais uns degraus e estamos no Auditório. Tirando a despensa para arrumação de material de luzes, espécie de “matacão” de madeira que parece estar aí só para chatear os encenadores, o Auditório é talvez um dos lugares mais agradáveis que eu conheço para trabalhar. Com vista deslumbrante sobre Lisboa, tão inspiradora (se não nos deixarmos cair na contemplação).
Há também o hall de entrada, o bar (a merecer nova mobília), os escritórios, um terraço que podia ser mais bem aproveitado, uma arrecadação húmida, uma sala que nunca vi e onde aparentemente se pode fazer muito barulho, o atelier e o camarim que serve para 1 ou 2 artistas mas também para 20 (tudo à molhada e fé em Deus) e as escadas de 2 andares que vão dar ao Auditório (quando disse que era sempre a subir!).
No Ponto de Encontro, passamos lá tanto tempo durante tantos anos a trabalhar, experimentar, ensaiar, fazer e refazer, representar, viver… que se não existisse era preciso inventá-lo. Longa vida… e obrigado por nos receber tão bem.”
 
Francis Seleck
(Associação Cultural O Mundo do Espectáculo)
 
 
“É um suporte essencial e imprescindível para nossas actividades, que não pode deixar de existir em Almada e que, para os iniciantes, são fundamentais para realizar as nossas acções.
Actualmente com as aulas de Dança Brasílica, no Ponto de Encontro e tendo elaborado junto a Pedro Pernambuco, várias acções nomeadamente o Recife Tendencies,I e II, O Baile do Menino Deus, o Ecodança, na Quinzena da Juventude e A Moda do Lixo é Luxo, na Casa Amarela, para não falar de outras acções já realizadas junto à Câmara e às Casas da Juventude.”
 
Cármen Queiroz
(Assim Ser – Associação Intercultural Brasílica de Portugal)