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Exposições 2021 - 1.ª Temporada
Exposições patentes na Casa da Cerca

A partir de 8 de maio, e até 4 de julho a Casa da Cerca apresenta um conjunto de 4 exposições nos seus vários espaços expositivos.

Destacamos a exposição “A Vida Secreta das Plantas”, patente na Galeria Principal. A Vida Secreta das Plantas é uma exposição coletiva que celebra os 20 anos d’ O Chão das Artes – Jardim Botânico e que teve como inspiração o livro de Emmanuel Coccia “A Vida das Plantas”. As plantas têm comumente sido pensadas como agentes passivos do meio ambiente, mas estudos recentes comprovam que elas sentem, mexem-se, pensam, interagem entre si, com outros organismos e com o meio onde se situam. A exposição junta um conjunto de obras que olha para as plantas segundo esta perspetiva - seres sofisticados e que carregam significados e histórias até aqui ignorados.
Estão representados os artistas: Adrien Missika, Beatriz Santiago Muñoz, F. Percy Smith, Francisca Sottomayor + Sofia Magalhães, Gil Heitor Cortesão, Ian Hamilton Finlay, João Pimenta Gomes, Julia Rometti & Vitor Costalles, Kapwani Kiwanga, Marie Ouazzani & Nicolas Carrier, Musa Paradisiaca com Maria do Céu Madureira, Pedro Neves Marques, Pia Rönicke, Rachel Pimm, Suzanne Treister.

Na Galeria do Pátio, apresentamos “EVA - Ilustradoras portuguesas do século 20”. Nesta terceira exposição em colaboração com o curador Jorge Silva em torno da Ilustração Portuguesa, vamos debruçar--nos sobre a obra de oito ilustradoras cujo trabalho se situa maioritariamente na primeira metade do século XX: Alice Rey Colaço, Mily Possoz, Sarah Affonso, Raquel Roque Gameiro, Laura Costa, Guida Ottolini, Ofélia Marques e Maria Keil. À semelhança das exposições anteriores, juntamos uma figura da contemporaneidade para estabelecer um diálogo com a dimensão histórica do projeto. Desta vez apresentamos um projeto de Fernanda Fragateiro, expondo um conjunto de ilustrações que esta artista realizou entre 1992 e 2005.

Estreitura”, de António Bolota, que apresentamos na Cisterna, é uma obra que respondem à especificidade do espaço. As obras de Bolota relacionam-se com a arquitetura e são resultado de uma operação de manobra das forças que atuam nos corpos, como a gravidade, o peso, a atração, a tensão ou o equilíbrio. A escala das obras, o rigor do desenho e do acabamento, o recurso a materiais associados à construção civil e a relação com a arquitetura e com o corpo do espetador constituem a gramática do seu trabalho. Na Cisterna, Bolota apresenta uma instalação, que entrará em confronto quer com o espaço, quer com o espetador.

Na Sala de Leitura do Centro de Documentação e Investigação Mestre Rogério Ribeiro podemos ficar a conhecer “Cartas de Amor” de Isabel Baraona. Na sua obra o livro de artista tem ocupado um lugar de destaque e, nesta pequena mostra, dedicada a esta faceta da sua produção, iremos dar continuidade a um projeto que iniciou em 2013, quando vivia em França, intitulado Cartas de Amor. São postais que envia a um conjunto de pessoas (amigos, artistas, curadores) sempre com uma imagem tirada da sua janela ou porta. No verso, um pequeno poema, e a morada de cada destinatário, escrita pela mão da artista.



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