Festival de Almada 2018
Teatro
O maior festival de teatro do país está de volta aos palcos. Até 18 de julho, são apresentadas mais de duas dezenas de produções. Há ainda música, exposições, encontros e colóquios.
Em 2018, o Festival de Almada apresenta 24 produções (nove portuguesas e 15 estrageiras), em dez teatros de Almada e Lisboa.
 
A peça Bonecos de luz, uma criação da Companhia de Teatro de Almada a partir da obra do escritor almadense Romeu Correia, regressa aos palcos de 5 a 11 de julho. O Teatro Nacional São João apresenta Lulu, uma encenação de Nuno M. Cardoso (5 e 6 de julho).
 
É de Diogo Infante a criação Carmen, um espetáculo interpretado por Natália Luiza e levado à cena pelo Teatro da Trindade Inatel, a partir do livro autobiográfico Vozes dentro de mim, da atriz Carmen Dolores (12 a 15 de julho). Uma das três estreias no Festival de Almada, tal como A última estação, de Elmano Sancho (16 a 18 de julho), e Colónia penal, de António Pires, pelo Teatro do Bairro (5 a 17 de julho).
 
Já o pianista Nuno Vieira de Almeida junta-se à atriz Manuela de Freitas num recital de poesia alemã, com música de Liszt, Satie, Wagner e Schubert (14 e 15 de julho).
 
Música e espetáculos de rua
 
Tal como em edições anteriores, o Festival de Almada volta a contemplar a Música na Esplanada com 11 concertos, de entrada livre, na Escola D. António da Costa. Manuel Cruz (7 de julho), Rita Redshoes (13 de julho) e Fernando Tordo (15 de julho) são alguns dos artistas que integram o cartaz.
 
São quatro os espetáculos de rua que vão animar a Rua Cândido dos Reis, em Cacilhas, e a Praça da Portela, no Laranjeiro.
 
Também a dança marca presença no programa com o a criação A meio da noite de Olga Roriz, no dia 14 de julho, assinalando o centenário do nascimento de Ingmar Bergman (1918-2007). Já a Companhia Nacional de Bailado apresenta A tecedura do caos, um espetáculo coreografado por Tânia Carvalho (13 e 14 de julho).
 
O Sentido dos Mestres
A coreógrafa Olga Roriz é a responsável pelo programa de formação O Sentido dos Mestres, que decorre, entre 9 e 12 de julho, na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea.
 
A poetisa, dramaturga e tradutora Yvette Centeno é a figura homenageada pelo Festival de Almada com a exposição O pomar das romãzeiras, concebida por José Manuel Castanheira, e que pode ser vista no átrio da Escola D. António da Costa durante o festival.
 
 
Festival de Almada
Tel.: 21 273 93 60
06/07/2018