Composição da CPCJ->
A CPCJ de Almada tem uma composição interinstitucional e interdisciplinar.
 
  
Na sua modalidade restrita integra:

- Um representante do Município (que detém a presidência, por eleição de entre os pares da comissão alargada);
 
- Um representante da Segurança Social (que detém o cargo de Secretária);
 
- Um representante dos Serviços de Saúde;
 
- Um representante dos serviços do Ministério da Educação;
 
- Um representante das IPSS de carácter não residencial;

- Uma pessoa designada pela Assembleia Municipal de entre cidadãos eleitores;
   
- Três cooptados a título individual.
 
 
Na sua modalidade alargada integra:
 
- Um representante do Município;

- Um representante da Segurança Social;
 
- Um representante do Ministério da Saúde;
 
- Um representante do Ministério da Educação;

- Um representante das IPSS de carácter não residencial;

- Um representante das IPSS de carácter residencial;
 
- Um representante das associações de pais;
 
- Um representante das associações ou outras organizações privadas que desenvolvam, atividades desportivas, culturais ou recreativas destinadas a crianças e jovens;
 
- Um representante das associações de jovens ou um representante dos serviços de juventude;

- Um representante do organismo público competente em matéria de emprego e formação profissional;
 
- Dois representantes das forças de segurança;
 
- Quatro pessoas designadas pela Assembleia Municipal de entre cidadãos eleitores;
   
- Os técnicos que venham a ser cooptados pela comissão com formação, designadamente, em Serviço Social, Psicologia, Saúde ou Direito, ou cidadãos com especial interesse pelos problemas da infância e juventude – Atualmente existem 4 técnicos cooptados a título individual.
  
Competência Territorial
As CPCJ intervém nas situações de crianças e jovens que residam ou se encontrem em território nacional e exercem a sua competência na área do município onde têm sede.
    
  
Intervenção do Ministério Público
 O Ministério Público acompanha a atividade das comissões de proteção, tendo em vista apreciar a legalidade e a adequação das decisões, a fiscalização da sua actividade processual e a promoção dos procedimentos judiciais adequados (art. 72º alínea 2 da LPPCJR).