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Conversa na Exposição "Crime e Castigo - Ilustração na Literatura Policial Portuguesa" seta indicativa de direcção do conteúdo 
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Crime e Castigo

CONVERSA NA EXPOSIÇÃO "Crime e Castigo - Ilustração na Literatura Policial Portuguesa"

12 de janeiro 2020

Conversa com José Xavier Ezequiel, João Fazenda e Jorge Silva, sobre Literatura Policial.
Horário: 16h
Destinatários: Todos
Gratuito / Não requer inscrição


CRIME E CASTIGO

Ilustração na Literatura Policial Portuguesa


16 de novembro 2019 > 16 de fevereiro 2020 
Curadoria: Jorge Silva

"Durante três anos seguidos, a Casa da Cerca convida Jorge Silva para comissariar três exposições ligadas à ilustração portuguesa. Sendo a Casa da Cerca um centro de arte contemporânea dedicado ao pensamento e investigação sobre o desenho, quisemos também dedicar a nossa atenção à ilustração, com o desejo de lhe dar a relevância que merece no seio da disciplina do Desenho. Acreditando na enorme criatividade e talento dos ilustradores portugueses, de que esta série de exposições é testemunha, continuamos assim a revisita-la, das suas origens até aos dias de hoje, e a esperar que este olhar deixe legado para o futuro.

À semelhança do que aconteceu em 2018 na exposição A Luta Continua!, a Casa da Cerca convidou um autor contemporâneo a contribuir com obras originais para a exposição Crime e Castigo. João Fazenda, na senda das capas de livros que ilustrou para os romances policiais de Dennis McShade (Dinis Machado), apresenta, na Capela, nove cenários de um crime."

— Filipa Oliveira (do texto da Folha de Sala)

"A literatura policial editada em Portugal esconde um belo pedaço da riqueza da ilustração editorial portuguesa, em livros, fascículos, revistas e jornais. O género Literatura Policial, muitas vezes desvalorizado como categoria literária, sempre teve um regular aparato crítico de ensaístas e escritores, no afã da catalogação e delimitação estilística da sua escrita. Tal não acontece com a ilustração associada à publicação impressa do género. Das cinematográficas cenas de pancadaria dos anos dez multiplicadas por Alfredo Morais, ao realismo «série B» com que a Agência Portuguesa de Revistas inundou o mercado a partir dos anos cinquenta, passando pela erudição gráfica das capas da Vampiro do pintor surrealista Cândido Costa Pinto, o panorama histórico da ilustração da literatura policial revela, a par da excitante morbidez do tema e da sua iconografia simbólica, a inesgotável liberdade autoral de designers e ilustradores que, mais que delimitar um género de ilustração temática, se limitaram a manifestar as suas convicções estéticas, enraizadas no seu tempo e no seu espaço.

Crime e Castigo, que rouba o título a um clássico de Dostoievski, que podemos assumir como um pioneiro do género, atravessa gloriosamente 100 anos da história das artes visuais portuguesas, de 1909 a 2008. E revela muitos dos seus maiores criadores, que deixaram a assinatura nas emocionantes ilustrações que criaram, ou a esconderam no anonimato, acompanhando a incrível multidão de pseudónimos de sabor anglo-saxónico que muitos escritores portugueses utilizaram, por esperteza comercial ou vergonha, o que nos deixa ainda muita pesquisa detetivesca por continuar.

Caro visitante, não esqueça: o crime tem sempre castigo."

— Jorge Silva (do texto da Folha de Sala)



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