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Página inicial SeparadorDestaques SeparadorNovas exposições na Casa da Cerca inauguram a 16 de março
Novas exposições na Casa da Cerca inauguram a 16 de março seta indicativa de direcção do conteúdo 
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A Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea arranca com a nova temporada de exposições no próximo dia 16 de março, com a inauguração de duas novas exposições: “Desenho sem fim” de Rui Chafes e “gatos & colunas” do atelier de arquitetura fala.

As exposições inauguram às 18h e são precedidas pela inauguração de “Tudo é outra coisa”, também de Rui Chafes, no Convento dos Capuchos, às 16h.

Rui Cahfes, Desenho sem fim

Rui Chafes, Sem título, 2002/2017. Col. do autor


Rui Chafes
Desenho sem fim
de 16 de março a 19 de maio

Esta primeira exposição antológica de desenhos de Rui Chafes (Lisboa, 1966), apresentada originalmente no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, reúne trabalhos realizados em momentos muito diversos do seu percurso, recuando até ao final da década de 1980 e ao período subsequente, em que estudou na Kunstakademie Dusseldorf com Gerhard Merz e prosseguindo até obras de 2017.
A sequência da exposição não respeita a cronologia dos trabalhos, reunindo-os em núcleos que derivam do seu caráter serial, ou da comum temática e construção visual de conjuntos de trabalhos. De uma forma não-linear, a exposição mergulha no labirinto de referências e entrelaçamentos da obra em desenho de Chafes, propondo possibilidades de entendimento da sua obra por vezes surpreendentes e revelando o caráter atemporal e recursivo do seu percurso. No conjunto dos trabalhos apresentados existem alguns aspetos que são recorrentes e que extravasam os núcleos independentes para se repetirem, por vezes com grandes hiatos temporais: o uso repetido de materiais que não pertencem ao domínio dos materiais “de arte”, como remédios, tinturas, chá, flores esmagadas e que convocam uma inescapável ligação ao corpo e à sua permanente queda; a representação de interiores do corpo, vagas configurações viscerais que, ora remetem para figurações sexuais, ora para a decomposição; elementos arquitetónicos que parecem remeter para a escultura ou a racionalidade arquitetónica, ora se metamorfoseiam na arquitetura das plantas. A ideia de fuga, de perecibilidade, da inevitabilidade da morte contida na própria possibilidade de vida, temáticas que têm atravessado todo o percurso de Rui Chafes, encontra-se em estado de crisálida (por vezes literalmente e assim figurada) nos seus desenhos, apontando para uma visão a-histórica e gótica do mundo. A grandiloquência e o caráter trágico das temáticas não deixa, no entanto, de ser permanentemente confrontada com uma leveza que nasce dos corpos femininos, ninfas faustianas que florescem na decomposição dos órgãos, no peso das referências filosóficas e na presença da morte que salpica toda a sua produção gráfica.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES:

23 de março, 17h
Há Música na Casa da Cerca
Música na Exposição
Luís Peixoto

27 de abril , 15h
Visita curatorial à exposição e conversa com o artista

18 de maio
18h
Obra Aberta
“Comer o coração nas árvores”, de Vera Mantero e Rui Chafes

21h30
Concerto

Candura
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Fala - gatos e colunas

fala, fábrica com cara de elefante, 2018

fala
gatos & colunas

de 16 de março a 26 de maio

gatos & colunas é uma mostra abrangente sobre o universo fala, um jovem atelier de arquitetura situado no Porto. Inclui milhares de desenhos, imagens, colagens, modelos, esboços e artefactos, a maioria dos quais exibidos pela primeira vez. Os trabalhos do fala atelier são enérgicos, sensuais, precisos, talvez ingénuos; eles mostram um entusiasmo infinito pela arquitetura, pelos seus habitantes, por gatos e colunas.

fala é um atelier de arquitetura baseado no porto, liderado pelos arquitetos Filipe Magalhães, Ana Luísa Soares e Ahmed Belkhodja. O atelier trabalha com um otimismo metódico em diferentes contextos e os seus projetos são uma mistura formal de referências e citações. A sua arquitetura ambiciona ser simultaneamente hedónica, pós-moderna, intuitiva e retórica, sem complexos de escala: uma casa para um pássaro não deixa de ser uma casa.
Ao longo dos últimos anos, o atelier lecionou em diferentes universidades e instituições, incluindo a Arquitetural Association em Londres, a Graham Foundation em Chicago, o Centre for Fine Arts em Bruxelas, a Technische Universität em Munique, ou a Casa della Architettura em Roma. O seu trabalho foi exibido na Bienal de Arquitetura de Chicago, na Bienal de Veneza, na Fundação de Serralves e no Pavillon de L’Arsenal em Paris, entre outros, e em exposições individuais no Panamá, Itália, França e Portugal. O atelier publicou “01” e “portraits” e seu trabalho tem sido amplamente divulgado em revistas e sites internacionais, incluindo Domus, Engawa, Arq.a, Mark Magazine e o The Architectural Review.

ATIVIDADE COMPLEMENTAR:

4 de maio, 16h
Conversa com fala (Filipe Magalhães, Ana Luísa Soares e Ahmed Belkhodja) (atelier fala), com moderação de Vanessa Franco



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