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Página inicial SeparadorDestaques SeparadorExposição "Velho Sol", de Paulo Brighenti
Exposição "Velho Sol", de Paulo Brighenti seta indicativa de direcção do conteúdo 
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Velho Sol - Paulo Brighenti
Paulo Brighenti_Crónica da Noite Pequena, 2018
Encaustica e tinta de óleo sobre linho, 233 x 220 x 3 cm
(Foto de Bruno Lopes)

A Casa da Cerca apresenta a exposição Velho Sol, de Paulo Brighenti, artista convidado para a criação do cartaz da 35.ª edição do Festival de Almada. 
Desde 1999 que a Casa da Cerca e o Festival são parceiros na realização de uma exposição dedicado ao artista responsável pela realização do cartaz/ imagem do festival. A exposição inaugura no dia da apresentação do programa do festival ao público que terá lugar na Casa da Cerca.


"Num poema de Emily Dickinson intitulado I died for Beauty — but was scarce dois mortos encontram-se lado a lado e perguntam-se porque falharam. Um responde: “Eu morri pela beleza” e o outro “eu morri pela verdade”. Deram as mãos e esperaram que o musgo lhes tapasse a boca. Este poema serve de inspiração à nova série de trabalhos de Paulo Brighenti apresentada na exposição ‘Velho Sol’. Falam da condição de ser artista, de criar. De viver entre a necessidade de beleza e de verdade. Uma preocupação que vem de um pintor mas que facilmente pode ser transportada para o universo do teatro. Vive-se num limiar entre mundos, numa encenação constante, e é exatamente nessa fronteira que o pulsar criativo emerge (ou morre). Como um Velho Sol que nunca se cansa de subir ao palco, de iluminar, de se iluminar, para se escurecer de seguida, e assim até ao fim do tempo. 

É também da luz que trata a obra de Brighenti. De trazer à luz o que estava escondido. Uma procura incessante por algo que está para além da superfície de uma tela, de uma folha de papel, ou de uma placa de gesso através de um explorar dos limites não só do material, mas do próprio médium que trabalha. Nesta exposição, apresenta uma série de desenhos que são pinturas mas também são esculturas. Placas de gesso tintado com inscrições escavadas no molde feito de barro. Molde esse que morre para que a obra possa nascer. Apresenta ainda uma grande tela que norteia a exposição bem como um conjunto de figuras escultóricas que povoam por vários espaços da Casa da Cerca."

Filipa Oliveira

PAULO BRIGHENTI (Lisboa, 1968) vive e trabalha em Lisboa e expõe regularmente desde a década de 1990. Entre as exposições individuais destacam-se: Três Estações Nocturnas, Galeria Baginski (2018); Père, Centro Cultural Português, Luxemburgo (2017); Pai, Travessa da Ermida, Lisboa (2017); Skiin, Nässjö Konstall, Nässjö, Suécia (2015); , Fundação Carmona e Costa, Lisboa; , Rooster Gallery, Nova Iorque, EUA (2014); A Grande Fogueira, Appleton Square, Lisboa.
Das exposições coletivas destacam-se: Germinal, Obras na Coleção EDP, Galerias Municipais do Porto (2018); Obras na Coleção da CML, Cordoaria Nacional, Lisboa (2018); O que eu sou, MAAT, Lisboa (2017); Animalia e Natureza na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna — FCG, Lisboa (2015); Sincronias: Artistas Portugueses na Colecção António Cachola, MEIAC, Badajoz (2013. Em 2002 ganhou o Prémio Revelação Fundação Arpad Szenes — Vieira da Silva, Lisboa.



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