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Página inicial SeparadorDestaques Separador Lançamento do livro "25 - uma experiência associativa em almada (1994 - 2019)", de Luís Alves Milheiro
Lançamento do livro "25 - uma experiência associativa em almada (1994 - 2019)", de Luís Alves Milheiro seta indicativa de direcção do conteúdo 
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Dia: 21 de setembroLançamento do livro 25_g
Horário: 16h00
Local: Sala Pablo Neruda
   
Lançamento do livro “25 - uma experiência associativa em almada (1994 - 2019)”, de Luís Alves Milheiro
“25 - uma experiência associativa em almada (1994 - 2019)”, de Luís Alves Milheiro, é um pequeno ensaio que relata a experiência de 25 anos do autor como dirigente associativo em Almada.
O foco principal desta obra acaba por estar centrado nas duas colectividades onde foi dirigente e teve a possibilidade de participar na organização de centenas de iniciativas, culturais e associativas, algumas das quais bastante meritórias. Mas Luís Milheiro não se fica por aqui e procura ir mais longe, abordando também as relações com as instituições e com as colectividades, salientando a forma como o associativismo tem sido menorizado ao longo de todos estes anos, pelos poderes, local e nacional.
Como é grato, não se esquece das pessoas que foi conhecendo, neste seu percurso de 25 anos, como cidadão e agente cultural. É por isso que dá um destaque pessoal às relações humanas, à importância da amizade e do companheirismo, que foram decisivos para o seu crescimento intelectual e associativo, naquela que considera a sua Cidade, para onde veio viver, com 25 anos de idade.
   
Luís Alves Milheiro nasce no final do Verão de 1962, em Salir de Matos, Caldas da Rainha. Depois de andar algum tempo a cirandar pela Margem Sul (Barreiro e Laranjeiro), na Primavera de 1987 fixa-se mesmo no Além Tejo, escolhendo Cacilhas para viver, maravilhado, entre outras coisas, com a vista para o Tejo que a janela da sala da nova casa lhe oferecia. No Outono de 1990 entrevista Romeu Correia para o “Redcord”, longe de imaginar que será o escritor almadense que lhe vai apresentar a verdadeira Almada, cuja história de resistência e de solidariedade das suas gentes, o faz sentir, algum tempo depois, na sua “Grândola”, por ser uma Terra de Fraternidade e descobrir em cada Rosto Igualdade, tal qual o poema do Zeca... Mas será em 1993, quando entrevista Henrique Mota, também para o “Record”, que descobre a verdadeira dimensão do Associativismo Almadense e contacta com a malta da “Tertúlia do Repuxo”, com ligações ao jornalismo e à história local. É com estes amigos das culturas que dá os primeiros passos associativos e escolhe as suas coletividades de eleição em Almada (a SCALA e a Incrível), às quais continua (e continuará) ligado.
   
Entrada livre


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