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Começou a época da lagarta-dos-pinheiros seta indicativa de direcção do conteúdo 
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A lagarta-dos-pinheiros é um inseto desfolhador de pinheiros e cedros, sendo sobretudo conhecida pelas alergias que provoca em humanos e animais. Para prevenir acidentes é importante conhecer o ciclo de vida desta espécie.
 
Também conhecidas por processionárias, por se deslocarem numa longa fila indiana num determinado período do seu ciclo de vida, estas lagartas existem naturalmente na nossa região.

Num ecossistema em equilíbrio não se tornam uma praga. No entanto, as alterações do uso do solo e das condições climáticas, bem como o decréscimo da biodiversidade, nomeadamente dos seus predadores, são fatores que têm desregulado os ciclos naturais e podem levar a que uma população se torne uma praga.

Este inseto tem 4 fases de vida distintas: Ovo, Lagarta, Crisálida e Borboleta. 


Borboleta da processionária    Ninho de processionária    Ninho de processionária    Lagartas da processionária
Fonte das imagens: Wikimedia Commons


No final da Primavera, a partir de Maio, as borboletas nascem de casulos enterrados no solo e fazem posturas em ramos de pinheiros.

No Outono, nascem desses ovos pequenas larvas, que se alimentam das agulhas tenras dos pinheiros durante o dia e se juntam à noite em ninhos ainda pouco estruturados.

Já no Inverno, as lagartas, agora maiores, começam a desenvolver pelos urticantes que as vão proteger. Constroem ninhos e a alimentação passa a ser noturna, agrupando-se no ninho durante o dia. Quando os ramos perto do ninho estão desfolhados, deslocam a colónia para outro ramo na mesma árvore, em busca de alimento.

No início da Primavera, ou mesmo antes se o Inverno for ameno, as lagartas atingem o estádio de maturação mais avançado e podem deslocar-se de um pinheiro que já esteja desfolhado para outro.

É nesta altura que se organizam numa longa “procissão” encabeçada por fêmeas e descem até ao solo, onde se enterrarão e se transformarão em crisálidas de onde sairão novas borboletas no final da primavera. O caminho que fazem do pinheiro para o solo é rápido e enterram-se a poucos metros de distância da árvore de origem.

 
O QUE FAZER PARA SE PROTEGER E AOS SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO…
 
Na fase atual do ciclo de vida da processionária (Fevereiro a Maio), siga as seguintes recomendações:
  • Evite o contacto com as lagartas quando em procissão. Não lhes toque, nem pise;
  • Procure isolar a zona em que elas foram avistadas;
  • Não varra a zona sem equipamentos de proteção (máscara, luvas, óculos);
  • Se tiver que remover os ninhos, faça-o acautelando sempre a proteção da pele e dos órgãos respiratórios (usar luvas, máscara e óculos de proteção, cobrir a pele). Há empresas especializadas que fazem este tipo de trabalhos;
  • Em caso de contacto com a roupa, esta deve ser lavada a temperaturas elevadas;
  • Em caso de reação alérgica, consulte de imediato um médico;
  • Não passeie animais em áreas com pinheiros. Em caso de alterações, consulte rapidamente o veterinário;
  • Em locais com pinheiros instale caixas-ninho e abrigos adequados para aves predadoras naturais desta lagarta, como os chapins e as poupas.
A solução para o controlo desta espécie não passa pelo abate das árvores afetadas mas, pelo controlo das suas populações, usando tratamentos ajustados a cada fase do seu ciclo de vida.

Para cada ciclo há tratamentos, preventivos ou reativos, que se podem adotar para minimizar os potenciais efeitos negativos desta espécie.

 
A intervenção municipal…

A Câmara Municipal tem procurado responder a este problema informando os munícipes e intervindo em espaço público, em várias frentes:
  • Eliminação de ninhos - intervenção localizada e manual de remoção de ninhos com recurso a plataforma elevatória, após avaliação do risco para população e animais;
  • Tratamento preventivo em parques infantis, logradouros escolares e espaços verdes da Rede Municipal de Parques e Jardins;
  • Colocação de caixas-ninho em logradouros escolares e em parques e jardins públicos;
  • Desinfestações em espaço público, em situações graves;
  • Dinamização de sessões de sensibilização para a população em geral, escolas e público interessado no tema.
Eliminação de ninhos de processionária    Tratamento microbiológico    Colocação de caixas-ninho
Fonte das imagens: Câmara Municipal de Almada



PARA MAIS INFORMAÇÕES:
Divisão de Espaços Verdes
21 254 97 00


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