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As medidas práticas de poupança energética odem dividir-se em duas categorias: mudanças de hábitos e renovação de equipamentos. Tipicamente, a primeira categoria não implica investimento algum, enquanto que a introdução de novos equipamentos obriga a algum investimento, o qual pode ser facilmente recuperável pela poupança na factura energética.
 

Mudança de hábitos
  • Tomada com interruptorEliminação dos consumos stand-by – Quando um aparelho electrónico, como uma televisão, computador ou aparelhagem de som, fica pronto a ser utilizado, por exemplo a partir de um comando, diz-se que se encontra em stand-by , ou modo de espera (normalmente este estado é indicado por uma luz acesa). Outros exemplos de consumos em stand-by são os relógios associados a alguns destes aparelhos, ou os carregadores de telemóveis que consomem sempre energia desde que estejam ligados à tomada, mesmo não estando a carregar qualquer equipamento. O consumo associado ao stand-by não é de todo desprezável, estimando-se que corresponda a uma despesa anual da ordem dos 40 euros para uma família média. Deve existir o cuidado de desligar efectivamente todos os aparelhos quando não estão a ser utilizados. A forma mais fácil de o fazer é ligar vários aparelhos electrónicos a uma tomada eléctrica com interruptor e simplesmente desligar o interruptor quando já não se necessita dos mesmos ligados.
  • Desligar luzes quando não são necessárias – Desligar as luzes é das medidas mais fáceis e eficazes que se podem tomar para poupar energia e dinheiro. De facto, este simples hábito, que não prejudica de forma alguma o nosso bem-estar, implica uma poupança significativa na factura, e é um óptimo contributo para a redução dos consumos de energia e emissões de CO2.


Renovação de equipamentos
  • Lâmpada economizadoraIluminação eficiente – Substituir as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas, vulgarmente conhecidas como lâmpadas economizadoras, é provavelmente a medida mais certeira para poupar energia e dinheiro. As novas lâmpadas economizadoras duram 10 vezes mais do que as incandescentes normais e gastam cerca de 80% menos electricidade para o mesmo fluxo luminoso. Existem já soluções de lâmpadas economizadoras de dimensão muito similar às incandescentes e com vários tipos de luminosidade (cores quentes e cores frias), pelo que a sua substituição não deverá acarretar qualquer incómodo.
  • Substituição do frigorífico – O frigorífico é responsável por aproximadamente 30% do consumo de electricidade em casa. Sendo um electrodoméstico que, usualmente, se encontra ligado ininterruptamente, a sua substituição por um modelo mais eficiente pode ter efeitos bastante visíveis na redução da factura eléctrica. Em caso de substituição ou compra, é importante optar por um frigorífico Classe A, que consome menos electricidade e permite obter uma economia anual média de 35 euros.


Poupanças reais
 
Medidas simples como estas podem, de facto, contribuir para poupanças no orçamento familiar. Olhando para os exemplos anteriores, é possível apurar alguns resultados médios de algumas medidas:
  • Iluminação eficiente – Assumindo que uma família média manteria quatro lâmpadas incandescentes acesas quatro horas por dia, ao fim de cinco anos essa família gastaria 304 euros, onde se incluem o custo da electricidade e o custo da substituição das lâmpadas. Se esta família tivesse optado por lâmpadas economizadoras, teria dispendido 76 euros, valor que já inclui o custo da electricidade e das quatro lâmpadas, uma vez que, devido à sua elevada duração, estas não necessitariam de substituição. Em cinco anos, esta família pouparia perto de 230 euros.
  • Eliminação do consumo stand-by – Em média, o consumo stand-by representa 10% do total do consumo de electricidade de cada aparelho. Eliminar estes consumos significa diminuir, em média, 400 kWh por ano, o que equivale a 40 euros. Ao fim de cinco anos, atinge-se uma poupança de, no mínimo, 200 euros (não considerando o aumento do preço da electricidade).


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