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A flora de um local é composta pelo conjunto das espécies vegetais que ocorrem naturalmente nessa região.
 
A diversidade de espécies actualmente existente é o reflexo da evolução das plantas e comunidades vegetais ao longo do tempo, assim como da sua resposta aos factores ecológicos (características dos solos, clima, água, etc.) e antrópicos (nível de perturbação, por exemplo), entre outros.
 
A Península Ibérica possui uma das floras mais ricas e variadas da Europa, calculando-se que inclua entre 7500 a 8000 espécies (ou categorias inferiores, tais como subespécies ou variedades) de plantas vasculares diferentes. Muitas destas, provavelmente cerca de 15%, são exclusivas da Península Ibérica, ou seja endémicas.
 

Camarinha

Centáurea

Tojo-chamusco

Exemplos de plantas endémicas da Península Ibérica existentes em Almada


O Concelho de Almada situa-se na região mediterrânica, sendo o clima caracterizado pela existência de um período quente e seco de verão que dura, por regra, mais de 2 meses. No entanto, a proximidade marinha atenua as condições climáticas mais restritivas, tornando as temperaturas mais amenas, aumentando a humidade atmosférica e reduzindo as amplitudes térmicas tanto diárias como anuais. Podem assim coexistir neste território espécies adaptadas ao calor extremo e desidratação, com plantas mais sensíveis e que precisam de ambientes mais frescos e húmidos. Dependendo da situação geográfica, clima e solos, a distribuição e conjugação das diferentes espécies em diversas comunidades vão definir as várias paisagens e habitats do Município.
 
Em Almada podem ser observadas plantas com interessantes adaptações ecológicas, que lhes permitiram colonizar e sobreviver nos diversos habitats. O cordeiro-da-praia, por exemplo, está totalmente coberto por uma espessa camada de pêlos brancos que aumenta a reflexão da luz, permitindo-lhe assim sobreviver em locais tão solarengos como as dunas. O tomilho-carnudo apresenta folhas verde-escuro, brilhantes, cobertas por uma cera que reflecte os raios solares e impermeabiliza a superfície foliar. Algumas espécies, como a estevinha ou o rosmaninho, preferem deixar cair as suas folhas, total ou parcialmente, durante o verão, quando as temperaturas são demasiado altas. A granza-das-praias tem forma de almofada (pulviniforme) para resistir aos ventos. O estorno estende as suas longas raízes para captar água em profundidade, enquanto que o alfinete-das-areias tem sistemas radiculares superficiais, de forma a recolher de imediato a água que chega ao solo. A erva-pinheira tem caules e folhas suculentas com reservas de água e o carrasco apresenta folhas de margens espinhosas para se proteger dos animais.
 

Estevinha

Cordeiro-das-praias

Carrasco

Exemplos de plantas de Almada com adaptações ecológicas


Existem, neste território, algumas espécies exóticas, entre as quais o chorão e as diversas espécies de acácias são as mais conhecidas. Na sua maioria introduzidas intencionalmente, podem tornar-se invasoras quando as condições ambientais as favorecem, conduzindo a um progressivo aumento da sua área de distribuição em detrimento das espécies nativas e da biodiversidade local.
 
Da grande diversidade de espécies que constitui o elenco florístico do Concelho de Almada, seleccionaram-se algumas que, pela sua abundância, raridade e estatuto de conservação, são caracterizadas com mais detalhe em fichas botânicas individuais, ordenadas pelo porte arbóreo, arbustivo, herbáceo ou escandente (trepadoras) das espécies.
 

> Arbóreas
> Arbustivas
> Herbáceas
> Trepadoras


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