SOBRE ALMADA


Localização Geográfica

Situado na margem sul do estuário do rio Tejo, o concelho de Almada integra administrativamente o distrito de Setúbal e faz parte da Área Metropolitana de Lisboa (AML), em conjunto com os municípios de Alcochete, Amadora, Azambuja, Barreiro, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Oeiras, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Palmela, Odivelas, Sintra e Vila Franca de Xira.

O concelho tem uma área total de 72 km2 e integra 11 freguesias (Almada, Cova da Piedade, Cacilhas, Pragal, Laranjeiro, Feijó, Caparica, Costa de Caparica, Trafaria, Sobreda e Charneca da Caparica). Do território, 24,2% correspondem ainda a área florestal, sendo de salientar a Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica e a Mata dos Medos, que possuem um património de grande riqueza natural.

O concelho é delimitado por uma moldura de água, integrando a frente ribeirinha, de Cacilhas à Trafaria, e a frente atlântica, com uma extensão de 13 km de praias, entre a Trafaria e a Fonte da Telha.


População e Economia


Com uma população de 160 825 habitantes (Census 2001), dos quais 49,4 % têm idade inferior a 40 anos, Almada é um concelho predominantemente terciário (76% da população activa), onde o comércio (grandes superfícies, restauração e hotelaria) e os serviços públicos (administração pública local e central, educação e saúde) são os maiores empregadores. A Câmara Municipal de Almada (CMA) e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) empregam, no conjunto dos seus Serviços, aproximadamente 2 000 pessoas, uma percentagem substancial da força de trabalho activa residente em Almada. O Sector Primário ocupa apenas 1% e o Sector Secundário 23%. Actualmente cerca de 50% da população activa tem a sua ocupação no concelho.

Na sequência do declínio da indústria naval desde meados dos anos oitenta, as actividades de carácter turístico assumem agora uma importância estratégica ao nível do desenvolvimento concelhio e abrangem dois pólos de interesse: as actividades desportivas e de lazer centradas nas praias, nas áreas naturais de arribas fósseis, dunas e matas; e a oferta cultural centrada no património religioso (o santuário do Cristo Rei recebe um elevado número de visitantes anuais), histórico e classificado das zonas antigas da cidade.

A realização das primeiras eleições autárquicas em 1976 e a consequente instituição do poder local democrático, dotou a autarquia de maior autonomia de decisão sobre vários aspectos, entre eles, o planeamento e organização do território. O município procurou controlar os níveis de ocupação urbana e preservar as áreas naturais que ainda não tinham sido afectadas pela explosão urbanística. As décadas seguintes, de oitenta e noventa, centraram-se principalmente na infraestruturação ambiental básica (abastecimento de água; drenagem e tratamento de águas residuais; recolha e tratamento de resíduos), na implantação de infra-estruturas de transportes, na qualificação do tecido urbano, através da construção de equipamentos colectivos (saúde; educação; cultura e desporto), na valorização dos espaços públicos e na reabilitação de núcleos históricos.

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Preocupações Ambientais


Desde sempre o Município de Almada pautou a sua actuação no sentido de estabelecer políticas que garantissem a preservação do ambiente e a salvaguarda do Planeta. Ao tornar-se signatária da Carta de Aalborg, também conhecida como a Campanha das Vilas e Cidades Sustentáveis da Europa, e ao desencadear o processo de elaboração do Plano Municipal do Ambiente, na vertente da Agenda Local 21 (Plano Municipal de Ambiente, Almada 21), Almada assumiu de forma inequívoca o seu compromisso para com os princípios do desenvolvimento sustentável.

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